Faz favor,
Avisa a todos:
Estou aqui
Perdido e com fome
Quero provar tudo o que tenho direito
Só vou comer e ir embora
Faz favor,
Avisa aqueles cuja coragem falta e também a vergonha:
Querem provar tudo o que é meu!
Por dinheiro, comerão e irão embora.
Na desculpa cínica da ignorância
Uns se escondem atrás de outros
E se é um, mais um apenas
Um,
Em meio à multidão de desavisados
Há que se ter coragem e bastante cara dura
Me comerão e irão embora...
Fri
18th
The Top 6 Ways to Facilitate Your Dissertation Writing Process
Published by: Rose Tyler on Friday 18th September 2009 04:09am
Dissertation
writing is not an easy task and it is extremely challenging for
almost all students. Dissertation writing is the most
important part of your degree. It requires dedication,
perseverance, ability to do in-depth research and determination.
Writing
your dissertation is challenging but not impossible and you
should try to facilitate your dissertation writing process by
following the guide to writing dissertations:
1. The most important thing you need to do, when it comes to writing a dissertation, is not to procrastinate at all. Set up a plan that how you are going to be writing your dissertation and make sure you stick to it.
2. Idea development is something that can procrastinate your dissertation writing process dramatically. This is the part where students struggle a lot. What you need to do now is to write down the topics that you find interesting. When you are in class or listening to a lecture or reading an article, etc, just write down what you find interesting. Then you can discuss your ideas with your advisor and fellow students to decide the theme for your dissertation. However, you must prepare yourself to struggle; it’s not an easy task at all.
3. Don’t choose a topic that doesn’t fascinate you. If you choose a topic that doesn’t fascinate you and you find it difficult then you will never be able to finish writing your dissertation on time. You will also end up procrastinating. Writing about something that you find interesting will keep you motivated and focused. Therefore, choose a topic that you find interesting.
4. If you need to find out about any particular experience or problem faced by general public and its impact on their lives, then do not limit yourself to your friends and family. Talk to people you don’t even know and ask them if they faced this problem and what their experiences were.
5. Ask your friends and fellow students about what you can add to your dissertation. Discussing your topic with them and getting their valuable tips will enable you to add quality content to your dissertation.
6. Make sure you stay in touch with your advisor and talk to him whenever you get stuck or feel confused. If you can only stay in touch with your advisor, you will notice that the motivation you get from him encourages you to stay on track and write your dissertation successfully.
Consider writing a good dissertation to be something extremely fascinating. I understand that it will be difficult for you to think about your dissertation like this but it will at least keep you calm mentally. Thinking about dissertation writing as something almost impossible to accomplish, won’t do any good. First, tell yourself that you can write your dissertation, then follow the tips mentioned in this article, do thorough research and get your degree.
1. The most important thing you need to do, when it comes to writing a dissertation, is not to procrastinate at all. Set up a plan that how you are going to be writing your dissertation and make sure you stick to it.
2. Idea development is something that can procrastinate your dissertation writing process dramatically. This is the part where students struggle a lot. What you need to do now is to write down the topics that you find interesting. When you are in class or listening to a lecture or reading an article, etc, just write down what you find interesting. Then you can discuss your ideas with your advisor and fellow students to decide the theme for your dissertation. However, you must prepare yourself to struggle; it’s not an easy task at all.
3. Don’t choose a topic that doesn’t fascinate you. If you choose a topic that doesn’t fascinate you and you find it difficult then you will never be able to finish writing your dissertation on time. You will also end up procrastinating. Writing about something that you find interesting will keep you motivated and focused. Therefore, choose a topic that you find interesting.
4. If you need to find out about any particular experience or problem faced by general public and its impact on their lives, then do not limit yourself to your friends and family. Talk to people you don’t even know and ask them if they faced this problem and what their experiences were.
5. Ask your friends and fellow students about what you can add to your dissertation. Discussing your topic with them and getting their valuable tips will enable you to add quality content to your dissertation.
6. Make sure you stay in touch with your advisor and talk to him whenever you get stuck or feel confused. If you can only stay in touch with your advisor, you will notice that the motivation you get from him encourages you to stay on track and write your dissertation successfully.
Consider writing a good dissertation to be something extremely fascinating. I understand that it will be difficult for you to think about your dissertation like this but it will at least keep you calm mentally. Thinking about dissertation writing as something almost impossible to accomplish, won’t do any good. First, tell yourself that you can write your dissertation, then follow the tips mentioned in this article, do thorough research and get your degree.
Sat
14th
O poder do elogio
Published by: Fernanda Oliveira on Saturday 14th March 2009 03:03am
É incrível como as pessoas podem ser tão frágeis e
vulneráveis.
Mas elas são, sim.
Creio que a fragilidade humana é uma coisa inerente mesmo, quase intransponível. Por mais que as pessoas lutem pela sobrevivência, em qualquer aspecto, acho que qualquer ser é capaz de perceber a sua insignificância no fim do dia e perceber como podemos ficar abatidos e fracos.
Pra levantar o moral as pessoas se valem da família, dos amigos, outros da bebida, das drogas, da leitura, da arte em todas as suas expressões. Cada qual com seu cada qual.
O que não nos damos conta é que nós podemos fazer parte desse processo de "levanta e sacode a poeira".
Isso sim deveria ser inerente ao ser humano: o desejo de querer tornar o dia do outro um pouquinho mais especial ou menos sofrível, dependendo do ponto de vista.
Um sorriso, um abraço, um elogio.
O elogio, se sincero, é capaz de dar ânimo. Pois ele é um pinguinho de reconhecimento, de identificação.
Quando você encontra em alguém algo elogiável, admirável, encontrou um ponto de luz nessa pessoa.
Talvez ela não consiga vê-lo, então, porque não evocar isso, colocá-lo em foco?
Todo mundo precisa saber o quanto é especial.
Até porque ninguém é igual, e recaem nas diferenças as delícias de ser quem se é.
Deu pra entender?
Mas elas são, sim.
Creio que a fragilidade humana é uma coisa inerente mesmo, quase intransponível. Por mais que as pessoas lutem pela sobrevivência, em qualquer aspecto, acho que qualquer ser é capaz de perceber a sua insignificância no fim do dia e perceber como podemos ficar abatidos e fracos.
Pra levantar o moral as pessoas se valem da família, dos amigos, outros da bebida, das drogas, da leitura, da arte em todas as suas expressões. Cada qual com seu cada qual.
O que não nos damos conta é que nós podemos fazer parte desse processo de "levanta e sacode a poeira".
Isso sim deveria ser inerente ao ser humano: o desejo de querer tornar o dia do outro um pouquinho mais especial ou menos sofrível, dependendo do ponto de vista.
Um sorriso, um abraço, um elogio.
O elogio, se sincero, é capaz de dar ânimo. Pois ele é um pinguinho de reconhecimento, de identificação.
Quando você encontra em alguém algo elogiável, admirável, encontrou um ponto de luz nessa pessoa.
Talvez ela não consiga vê-lo, então, porque não evocar isso, colocá-lo em foco?
Todo mundo precisa saber o quanto é especial.
Até porque ninguém é igual, e recaem nas diferenças as delícias de ser quem se é.
Deu pra entender?
Thu
26th
TRIBUTO
Published by: mirna cardoso on Thursday 26th February 2009 11:02am
Que não te decepcionem as
imagens da estrada...
Que nunca te deixem perder a fé,
os obstáculos surgidos do nada.
Que nunca te apaixonem mágoa ou palavra irada...
Que nunca esqueças de encontrar amor emcada palavra falada,
nem refúgio em cada circunstância atenuada.
Lembra que somos filhotes sob Sua Asa Dourada,
e Dele temos toda a bondade sonhada.
Somos força da Sua Força,
e temos a certeza de alam nunca abandonada!
Que nunca te deixem perder a fé,
os obstáculos surgidos do nada.
Que nunca te apaixonem mágoa ou palavra irada...
Que nunca esqueças de encontrar amor emcada palavra falada,
nem refúgio em cada circunstância atenuada.
Lembra que somos filhotes sob Sua Asa Dourada,
e Dele temos toda a bondade sonhada.
Somos força da Sua Força,
e temos a certeza de alam nunca abandonada!
Sun
22nd
Vanila Song (Um beijo)
Published by: Adda Braga on Sunday 22nd February 2009 12:02pm
VANILLA SONG (Um beijo)
Um beijo
O ponto de partida
O ponto de chegada
Com cheiro de vanilla
Lábios língua saliva
O primeiro beijo de morte
O último sopro de vida
Um gole de saquê
De Salto Alto
Do Almodovar
No seu quarto
Na sala de TV
Em outro planeta
Que vontade de ficar aqui
Pra sempre
Na sala de TV
Com cheiro de vanilla
Fazer um filho em você
O mundo pára
Por alguns segundos
Que contêm a eternidade
Não existe dor nem saudade
Nem barreiras temporais
Apenas o silêncio do vazio
Êxtase ensurdecedor
Que salva, que mata, que cria
Eu mais você
Saliva sua língua e a minha
O ponto de partida
O ponto de chegada
Com cheiro e gosto de baunilha
Eu mais você, ankh, nossa filha
Na sala de TV...
O último beijo de morte
O primeiro sopro de vida
Um beijo
O ponto de partida
O ponto de chegada
Com cheiro de vanilla
Lábios língua saliva
O primeiro beijo de morte
O último sopro de vida
Um gole de saquê
De Salto Alto
Do Almodovar
No seu quarto
Na sala de TV
Em outro planeta
Que vontade de ficar aqui
Pra sempre
Na sala de TV
Com cheiro de vanilla
Fazer um filho em você
O mundo pára
Por alguns segundos
Que contêm a eternidade
Não existe dor nem saudade
Nem barreiras temporais
Apenas o silêncio do vazio
Êxtase ensurdecedor
Que salva, que mata, que cria
Eu mais você
Saliva sua língua e a minha
O ponto de partida
O ponto de chegada
Com cheiro e gosto de baunilha
Eu mais você, ankh, nossa filha
Na sala de TV...
O último beijo de morte
O primeiro sopro de vida
Sun
22nd
Se o Passado Vier a Você
Published by: Adda Braga on Sunday 22nd February 2009 12:02pm
Pedi que viesse ao meu encontro. Desde quando sua verdadeira face
desvendei. Vi assinados seus muitos nomes: Inveja, Cobra,
Dissimulada, Corrupta.
Nunca mais me enganei. Iguais a você reconheço de longe, hoje.
Confesso: demorou para que desocupasse grande parte dos meus pensamentos, foi um processo longo e árduo.
Mas com o tempo, e sem o menor esforço, você foi se recolhendo, fazendo juz à proporção
da sua insignificância
até que, finalmente, passou a ocupar o espaço merecido - nenhum - na mente, quiçá coração!
Engraçado como você caiu no limbo do esquecimento. Lá ficaria. Não fosse hoje.
Por tanto tempo, pedi que viesse ao meu encontro. Sozinha. Covarde, não veio.
Usando sua muleta, veio hoje.
Por alguma razão, dessas que a própria não explica, meus olhos a atravessaram e não a vi. Infelizmente! Não pense que a ignoraria.
Não perderia a oportunidade de presenteá-la com as palavras que tenho guardadas.
Vindo de você, não acredito em coragem.
Pra fugir das mentiras, inventou outras novas
e escondeu-se sob um cobertor estampado com a realidade que queria.
Não acredito na sua coragem. Tanto que hoje não foi capaz de ir até o fim.
NÃO ACREDITO NA SUA CORAGEM. MAS ENTENDO SEUS MOTIVOS.
QUER QUE EU A LIBERTE DAS CORRENTES QUE ARRASTA.
NÃO CABE A MIM.
Nunca mais me enganei. Iguais a você reconheço de longe, hoje.
Confesso: demorou para que desocupasse grande parte dos meus pensamentos, foi um processo longo e árduo.
Mas com o tempo, e sem o menor esforço, você foi se recolhendo, fazendo juz à proporção
da sua insignificância
até que, finalmente, passou a ocupar o espaço merecido - nenhum - na mente, quiçá coração!
Engraçado como você caiu no limbo do esquecimento. Lá ficaria. Não fosse hoje.
Por tanto tempo, pedi que viesse ao meu encontro. Sozinha. Covarde, não veio.
Usando sua muleta, veio hoje.
Por alguma razão, dessas que a própria não explica, meus olhos a atravessaram e não a vi. Infelizmente! Não pense que a ignoraria.
Não perderia a oportunidade de presenteá-la com as palavras que tenho guardadas.
Vindo de você, não acredito em coragem.
Pra fugir das mentiras, inventou outras novas
e escondeu-se sob um cobertor estampado com a realidade que queria.
Não acredito na sua coragem. Tanto que hoje não foi capaz de ir até o fim.
NÃO ACREDITO NA SUA CORAGEM. MAS ENTENDO SEUS MOTIVOS.
QUER QUE EU A LIBERTE DAS CORRENTES QUE ARRASTA.
NÃO CABE A MIM.
Sun
22nd
Não é Meu
Published by: Adda Braga on Sunday 22nd February 2009 12:02pm
Outro rosto. Um rosto que não é meu, talvez de um monstro. Um
aglomerado de massa molenga. Sombras. Manchas escuras e salpicadas
na altura da testa, boca e buço. Leve penugem intercalada entre os
poros do queixo. Olhos que não são meus – são os dele – quase os de
um peixe recém fisgado, esbugalhados, inchados, etílicos. Olhos que
desejavam estar sob a terra ou presos noutra dimensão, mas
incapazes de silenciarem debaixo do peso das lágrimas. São a
expressão no silêncio, o falsete não ensaiado, a prostração da
boca, o arregalar do palato. O contraste do branco lutando com o
preto dilatado da pupila.
Trafego entre dois pólos extremos. O estado ilusório alcanço e me escapa o equilíbrio. Desejo inspiração na rotina. O quanto a felicidade alheia é capaz de incomodar e o quanto esse incômodo revela o alcance da própria mediocridade?
Trafego entre dois pólos extremos. O estado ilusório alcanço e me escapa o equilíbrio. Desejo inspiração na rotina. O quanto a felicidade alheia é capaz de incomodar e o quanto esse incômodo revela o alcance da própria mediocridade?
Sun
22nd
Morfina
Published by: Adda Braga on Sunday 22nd February 2009 12:02pm
Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
MORFINA
Que adianta lutar contra algo que é inevitável?
Mais fácil fugir e deixar como está
Calar para não ter que escutar
Lamúrias
que não sejam as minhas próprias
Locar um filme
Uma realidade diferente
Distrair a mente
Me boicotar
Na veia...
Inteligência é burrice
Amor, desamor
Saúde é doença
Sanidade, loucura
Na veia...
E como fica feio, muito feio
E cômodo, plácido, desesperador e estático
Meu abismo, meu escuro, meu casulo, meu amor!
Ouço sons e vozes, tique-taque, sinos
Nervoso tique-nervoso
Me como, me espremo
Unha, cabelo encravado, Amor
Cravado
No peito!
Na veia! [que transborda amor]
Na veia! [Morfina, por favor!]
Mais fácil fugir e deixar como está
Calar para não ter que escutar
Lamúrias
que não sejam as minhas próprias
Locar um filme
Uma realidade diferente
Distrair a mente
Me boicotar
Na veia...
Inteligência é burrice
Amor, desamor
Saúde é doença
Sanidade, loucura
Na veia...
E como fica feio, muito feio
E cômodo, plácido, desesperador e estático
Meu abismo, meu escuro, meu casulo, meu amor!
Ouço sons e vozes, tique-taque, sinos
Nervoso tique-nervoso
Me como, me espremo
Unha, cabelo encravado, Amor
Cravado
No peito!
Na veia! [que transborda amor]
Na veia! [Morfina, por favor!]
Sat
21st
A Música que Seria a Deles (Partes em html)
Published by: Adda Braga on Saturday 21st February 2009 11:02am
A música que seria a deles (Partes em html)
Debruçada nos cotovelos
sentada frente à mesa redonda
de ônix
Estava louca, muito louca
Mas só durou o começo
Veio a concentração
que trouxe a tela
de códigos, símbolos e cripto-linguagem
O coração não fala em html...
Ansiosa, tenta ouvir a música
que imagina que seria a deles,
caso tivessem se conhecido,
enquanto escreve estas palavras -
outros códigos, mais símbolos -;
o código da língua,
que também não fala em html
... A língua
quando desliza
desvenda a linguagem do corpo,
decifra se há amor...
Não tenho nada a confessar.
Você não me conhece.
Ainda...
Esqueceu-se do estômago oco,
atendeu ao telefone diversas vezes.
Nada importante
do outro lado da linha
Com um dos ouvidos,
automaticamente, respondia.
Com o outro
precisava escutar
seguidas e seguidas vezes,
a música que seria a deles,
caso um dia fossem se encontrar.
Para manter-se escrevendo
a inspiração brotada
das partes dele
Acendeu outro cigarro
E perdeu-se na visão
das imagens de si própria
num labirinto escuro, turvo, esfumaçado,
cheio de rostos desconhecidos
que não eram o dele
ou seriam?
Procurando...
Procurando partes dele.
Não se conheciam.
Procurando pelas partes
que podiam ser as dele.
sentada frente à mesa redonda
de ônix
Estava louca, muito louca
Mas só durou o começo
Veio a concentração
que trouxe a tela
de códigos, símbolos e cripto-linguagem
O coração não fala em html...
Ansiosa, tenta ouvir a música
que imagina que seria a deles,
caso tivessem se conhecido,
enquanto escreve estas palavras -
outros códigos, mais símbolos -;
o código da língua,
que também não fala em html
... A língua
quando desliza
desvenda a linguagem do corpo,
decifra se há amor...
Não tenho nada a confessar.
Você não me conhece.
Ainda...
Esqueceu-se do estômago oco,
atendeu ao telefone diversas vezes.
Nada importante
do outro lado da linha
Com um dos ouvidos,
automaticamente, respondia.
Com o outro
precisava escutar
seguidas e seguidas vezes,
a música que seria a deles,
caso um dia fossem se encontrar.
Para manter-se escrevendo
a inspiração brotada
das partes dele
Acendeu outro cigarro
E perdeu-se na visão
das imagens de si própria
num labirinto escuro, turvo, esfumaçado,
cheio de rostos desconhecidos
que não eram o dele
ou seriam?
Procurando...
Procurando partes dele.
Não se conheciam.
Procurando pelas partes
que podiam ser as dele.
Wed
18th
LIVRE
Published by: mirna cardoso on Wednesday 18th February 2009 03:02am
Livre, porque te amo livre!
Nascendo na alegria,
morrendo de saudade,
indo ao fim do dia,
indo além da verdade.
Livre, porque te amo livre!
Para encontrar teu norte,
entender o destino;
desdenhar da sorte,
renascer menino.
Livre, porque te amo livre!
Para ser mais do que tudo,
a certeza do encontro,
o apelo mudo.
A emoção do pranto,
o sentimento fundo...
Livre, porque te amo livre!
Para sentir o cheiro de terra,
o trovão no infinito...
ser o ponto que encerra,
e renascer mais bonito!
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